
Para a paz resta a espera
Longa e líquida
Sob formas superficiais de contato entre Eras.
Elas porém, vivem em guerra.
Geometrias hiperbólicas
Sob o manto do infinito, jamais se encontrarão
Nem elas, Guerra e Paz
Nem Eras.
Dualidade entre o tempo
Invadindo todo espaço
Quem te deu permissão, Certo e Errado
De violar a prisão da mente humana?
Certamente o carcereiro.
Leve embora minha opção
Pois livre-arbítrio é um luxo fixo de ilusão.
Nossa breve história escrita em sangue inocente
Lava sob forma de enchente
Tanto a Guerra quanto a Paz.
Tantas Eras como tanto faz.
Nem a vida nos pertence
Nem a luz do conhecimento nos alcança.
Atuando ativamente
Com fervor em materialismo.
Utilizamos distraídos, os carbonos em nossos corpos,
Mas a verdade o reflexo revela:
Os carbonos nos utilizam muito mais.
E quem somos além de confusos lapsos
carregados de questionamentos irrelevantes?
E a quem pertence a identidade
De tudo aquilo que não se define como “Eu”?
Nem só a ti
Nem ao que está fora de ti.
Somos tudo um.

Em estremecedora paz
Eu ponho um minuto no lugar
.
Assisto o silêncio ser penetrado por infinita consciência
Tons neurais badalando ao ritmo da contemplação
.
Colecionando lagos brilhantes
Dançantes, fluindo… Vivos.
.
Merope!
Maya!
Atlas, Coele!
Electra, Taygeta… Alcione amada!
.
Irmãs! Como é bom reve-las!
Acolham todas o nosso Sol.
.
Que acabe em fim
Que acabe a noite longa
.
Choveremos todos juntos
do lado de dentro das coxilhas de nosso lar
Desde a aparente calmaria no interior de uma rocha antiga
Até o desespero absoluto do animal que morre

(Fonte: japandreams)

Resiliência

O tempo cria a ilusão da materialização no espaço
O ego deseja dominar o poder de criação, invadindo a vontade interior
Eras se passaram antes de que pudessemos pôr um novo roteiro em discussão.
Aqui estamos
Através de todos os olhos
Encontramos uma nova era.

over and over
(Fonte: danielodowd, via niiv)

Aquilo que conhecemos como “eu” é um grosseiro avatar biológico
Adaptado para aquilo que planejamos para a vida
Aquilo que conhecemos como “tempo” é verdade, acaba.
Como pode esperar que o que você conhece como “eu” dure para sempre?
Dura algumas voltas terrestres.
Como pode esperar se encontrar em vidas passadas ou futuras?
Estas são cópias. Não são você.
Se acaso lhe fizessem um clone perfeito… Você abriria mão de sua vida para que ele pudesse viver em seu lugar?
Suas vidas passadas e futuras são como seus clones. Não são você.
Quem é você?
Quem é você?
.
Quem é você?
Amamos vocês, e sabemos que aos nossos olhos são tão passageiros quanto raios em uma tempestade elétrica.
Não tenham medo de desaparecer. Não tenham medo de dissolver aquilo que conhecem como “identidade”.
Vocês não são a identidade. Vocês são a escolha.
Inclinado em um maço de razões
Para fumar os dias inteiros até as noites
Todas essas poses de clássico tormento
Seduziram minha mente como uma serpente no pomar

(Fonte: sonhadoraatempointeiro)
Daniel Waples & Flavio Lopez - “Midnite”, Hang in Balance
(Fonte: xshiromorix)
what if the only reason we can’t walk through mirrors is because our reflection blocks us
what if they’re protecting us though
what if they know that the other side is horrifying and painful and they are trying to keep us from ever crossing over
I must be on the wrong side of the mirror then
maybe you’re the reflection.
(Fonte: sassyhorseradish, via niiv)

“Somos todos nazistas com outras espécies”
Terráqueos
Bem vindo ao Horizontefilia, uma espécie de Tumblr dedicado a uma condição biológica conhecida como "horizontefilia". Cada vez se vem mais a tona histórias de pessoas de todos os cantos do mundo que carregam a Horizontefilia em seus códigos genéticos. Entre outros, o principal sintoma da condição é: Desejo ardente de conhecer outros ambientes, ter contato com suas culturas, histórias e seus habitantes. Para todos os que se alegram de tal condição, e também para amigos e familiares contentes ou descontentes com tal situação: O horizonte não é o limite.